[ENTREVISTA] BOBBY PARA A REVISTA MADAME FIGARO – EDIÇÃO DE DEZEMBRO

15 de novembro 2016 Entrevistas

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Entrevistador: Podemos dizer que a turnê de seu grupo no Japão tem sido um sucesso. Enquanto mantinha suas mãos sobre o peito e elas tremiam um pouco, ele respondeu todas as perguntas em japonês. Durante a entrevista ele agradeceu juntando as mãos várias vezes.

Ele tem 180 cm. Quando sorri seus olhos viram linhas fofas e quando você vê o abs dele consegue ter um contraste maravilhosamente chocante. A coisa mais importante para ele é sua família. Um homem de 20 anos que está abalando não só a Coreia, mas também o Japão e a China. Ele é um rapper e suas habilidades são sem limites.

A estrada até o seu debut foi bem dramática. Ele passou pela audição para sua uma agencia grande quando ainda morava nos EUA. Ele queria ajudar sua família a viver com conforto, então ele foi sozinho para a Coreia com a intenção de se tornar uma estrela. Alguns anos depois ele apareceu pela primeira vez para o publico em um programa de sobrevivência, mas as condições do programa eram: “O grupo que perder será desfeito”, mas se as performances forem merecedoras eles participariam de outro programa de sobrevivência e debutariam.  

Bobby: Eu cheguei na YG, vindo dos EUA para a Coreia sozinho. Se o B.I  e o Jinhwan não estivessem lá para me apoiar eu não teria conseguido chegar até aqui.

 

Entrevistador: Durante seu segundo programa de sobrevivência, ele entrou em outro programa de sobrevivência de rappers, mas mesmo sendo famoso as pessoas foram frias com ele. Muitos diziam que o resultado seria comprado e que ele não era um rapper de verdade por ser um ídolo. Nessa época você ficou bravo com esse tipo de tratamento, não é?

Bobby: Eu estava um pouco bravo. Eu sou um rapper. Eu queria mudar a forma das pessoas pensarem que idols não podem fazer rap só porque são idols, não queria que as pessoas me julgassem apenas pelas aparências. Eu não gosto desse tipo de preconceito.

 

Entrevistador: Na batalha de diss, ele fez o público ir a loucura com suas letras e a audiência fria ficou surpresa e animada. E o resultado foi? Ele ganhou a competição! Nas finais seu tom, seu flow e suas performances fizeram as pessoas se questionarem se ele era mesmo real/um humano.

Quando ele morava nos EUA, o que despertou seu desejo em música foi a inspiração pelo grande Bob Marley. Para ele o palco é onde ele pode se expressar com maior liberdade. O B.I é o líder do grupo e o Jinhwan lidera os membros no dia a dia. Qual é sua posição no grupo?

Bobby: Hanbin é um líder para nós nas praticas e nas nossas atividades como artistas. Jinhwan lidera os membros no nosso dia a dia. Então o Hanbin é como um pai, o Jinhwan é a mãe e eu sou um filho. *risos*

 

Entrevistador: No Mix & Match vocês tiveram o Chanwoo adicionado como possível membro ao grupo de vocês. 

Bobby: Eu vi tantos trainees irem e virem, que quando o Chanwoo entrou como um possível membro, eu procurei manter certa distancia dele.

 

Entrevistador: Mas agora todos os membros são tão próximos que ele os compara com sua própria família de sangue. Agora vocês são em 7. Você ainda continua sendo o filho no grupo ou sua posição mudou?

Bobby: As vezes eu posso ser uma mãe e um pai, mas na maior parte do tempo sou um irmão mais velho. Eu sou o filho mais velho dessa família. Se eu fico nervoso no palco? Não há porque ficar. O palco é como minha casa. É divertido e confortável. Fazer essa entrevista é muito mais assustador. *risos*

 

Entrevistador: Tudo pela mulher que ele mais ama

Bobby: Eu queria fazer minha mãe, que vivia com dificuldades, sorrir.  Eu não queria que ela se preocupasse mais com dinheiro e que toda sua família pudesse estar junta novamente. Se isso fosse possível , eu pensei, então eu não queria outro trabalho. Eu não sou um profissional ainda, mas eu não consigo me ver fazendo outra coisa que não seja música. Eu acho que eu não serei eu mesmo se não fizer música.

 

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Fonte: MADAME FIGARO

Trad JP-ENG: ikonrelatable

Trad ENG-PT: Angel

Equipe iKON Brazil

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